Desistência dos alunos nas escolas
Desistência dos alunos nas escolas
O presente trabalho tem como o
tema de desistência dos alunos nas escolas.
Grande parte dos alunos que
desistem nas escolas são aqueles alunos que vivem com os avós, que pela idade
avançada têm dificuldades para controlar a assiduidade das crianças na escola e
ajudar os seus educandos nos trabalhos de casa (T.P.C).
A escola não tem nenhum
mecanismo de controlo das desistências, usando somente as chamadas diárias para
identificar os alunos que já não vão à escola.
Para manter as alunas dentro do
sistema educacional, os professores organizam palestras sobre a importância da
educação da rapariga e ciclos de interesse para a sua permanência na escola.
Filhos de pais separados e mães solteiras, também foram
apontados como desistentes, pois não é fácil dedicar uma criança sozinha,
existem valores que nem sempre se conseguem transmitir.
Etimologicamente, a palavra desistência vem do latim, o
que significa “malogro, mau êxito, falta de sucesso que se desejava” ou ainda
desastre fracasso. O termo desistência ou fracasso é habitualmente referenciado
por analogia ao termo abandono que advêm do latim, o qual assume, entre outros,
os seguintes significados “ o mau êxito, perda, malogro”. Portanto, no decorrer
do trabalho termos como desistência, abandono ou fracassos são considerados
similares.
Benavente (1976), a partir de diversos estudos, reuniu
para esta designação vários termos nomeadamente, abandono, desperdício,
desadaptação, desinteresse, desmotivação fracasso. Face a esta terminologia
pode-se afirmar que o termo desistência escolar refere-se ao abandono da escola
pelos alunos sem atingirem a meta desejada, pois a desistência leva as
reprovações, repetências e mau rendimento escolar, originando o insucesso
escolar.







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